Olá amigos e visitantes.
O blog de esportes de aventuras e viagens já está no ar. Aqui http://gironasnuvens.blogspot.com/ você poderá conferir dicas quentíssimas sobre onde ir, o que fazer, onde ficar e muito mais.
Esperamos que você goste e comente.
Acesse o blog http://gironasnuvens.blogspot.com/ para saber mais.
Boa viagem!
sábado, 21 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
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©comunidade original©
Eu conheço a Danny Doo®
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Divulgando alguns trabalhos
- Curta-Metragens -
Dez Encontro
http://www.youtube.com/watch?v=KsENK8spZbk
*Cenas dos bastidores:
http://www.youtube.com/watch?v=RRBdW0uYt6w&feature=related
"Um Mal InvisÍvel" – Kinoforum S. Paulo http://www.kinooikos.com/acervo/videos/228/
- Rádio e TV para Net -
Programa Militantes do Rock - entrevista com Roger (Ultraje) e Luiz Antonio Mello (Maldita) - www.videolog.com.br/militantesdorock
Reportagem TV Pinheiro
http://videolog.uol.com.br/jornalpinheiro
Programinha de Rádio: Fábulas Fabulosas e Bizarro Túnel do Tempo –
http://videolog.uol.com.br/video.php?id=318937
O Cabaré Literário! (produção)
www.videolog.com.br/cabareliterario
Rádio - Pinheiro
www.videolog.com.br/radiopinheiro
Fotógrafa de Baladas - Pampa Grill Centro
www.zorpia.com/pampacentro
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Eu conheço a Danny Doo®
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Divulgando alguns trabalhos
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"Um Mal InvisÍvel" – Kinoforum S. Paulo http://www.kinooikos.com/acervo/videos/228/
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
SAUDOSOS DA MALDITA! FLUMINENSE FM
Projeto em Rádio: Militantes do Rock
Tema: Rock e Política
Entrevista com Luiz Antonio Mello (Rádio Fluminense FM - Maldita) e Roger (Ultraje a Rigor)
ENTREVISTA COM DANNY DOO®: a idealizadora do projeto MILITANTES DO ROCK!
Tema: Rock e Política
Entrevista com Luiz Antonio Mello (Rádio Fluminense FM - Maldita) e Roger (Ultraje a Rigor)
ENTREVISTA COM DANNY DOO®: a idealizadora do projeto MILITANTES DO ROCK!
domingo, 30 de março de 2008
“O estágio é para quem quer e não para quem pode!”
Daniela Duarte
O estágio representa cada vez mais um dilema na vida acadêmica da maioria dos estudantes. Se por um lado o estudante vê a necessidade de estagiar ao longo da trajetória acadêmica, visando se preparar para o mercado real de trabalho (por exigência do mesmo), em contrapartida o mesmo se vê impossibilitado por questões financeiras.
A máxima acima foi dita por um profissional do Ciee (Centro de Integração Empresa Escola) que afirma ser a garra do estudante em continuar estagiando, o fator principal de sua permanência no estágio. Muitos estudantes ao ingressarem na faculdade preocupam-se exclusivamente com a formação acadêmica, sem avaliar um plano paralelo que o possibilite estagiar enquanto estuda.
O mercado de trabalho atual em comunicação exige a experiência do profissional recém formado por meio de estágios, como fator decisivo na sua contratação profissional quando estiver formado. Muitos estudantes ainda não se deram conta que, se não estagiarem, muito provavelmente não atuarão em comunicação quando concluírem a graduação.
A estudante de jornalismo Tatiana Rocha (ex-aluna da faculdade Pinheiro Guimarães), atualmente é estagiária do site Sidney Rezende e apuradora free-lance da revista Seleções. E pensa que não adianta estudar e fazer mil disciplinas se não colocar o conhecimento em prática. A menos que se queira seguir o caminho da academia, é indispensável estagiar o máximo possível até o fim da faculdade. E no caso do jornalismo, em quantos veículos diferentes conseguir estagiar melhor. Existem várias opções: impresso, online, jornal revista, rádio, etc. Tatiana diz que já viu gente formada perder vaga para ela em empregos que não exigem o diploma porque ela sempre correu muito atrás das coisas. Começou estagiando de graça, fez seu portfólio e acabou conseguindo oportunidades que achava que só jornalistas formados teriam.
A questão envolve desconhecimento por parte de muitos alunos que desconhecem a real importância do estágio ao ingressarem na faculdade. E ao longo da jornada acadêmica vêem-se impossibilitados de deixar um emprego estável (com salário mais compatível com suas despesas mensais e até o custeio da faculdade), não podendo partir para um estágio que os prepare para o mercado.
Segundo o profissional Carlos Maico, que trabalha numa das unidades do Ciee (Centro de Integração Empresa-Escola) diz que a lei não menciona qualquer tipo de remuneração ao estudante, porém a maioria das empresas oferecem uma bolsa auxílio, que não deve ser encarada como um salário. E a carga horária determinada pelo decreto de 2001 é de no máximo 30 horas semanais. Carlos esclarece que o Ciee é uma instituição filantrópica mantida pelo empresariado nacional. E o sistema nacional congrega hoje oito Ciee’s estaduais autônomos. Com autonomia administrativa, jurídica e financeira. A frase citada também aborda uma outra realidade. Se por um lado há quem não possa largar o emprego para estagiar, muitos que têm uma condição financeira confortável, não permanecem muito tempo nos estágios por falta de interesse em trabalhar e aprender.
Segundo o coordenador do curso de jornalismo da Faculdade Pinheiro Guimarães, Weden Alves, ainda existe a questão do estágio curricular. Nesse caso o aluno do Curso de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, para se formar tem que cumprir 1100 horas de disciplinas obrigatórias, 900 horas de disciplinas eletivas, 540 horas de atividades complementares e mais 160 horas de trabalho de conclusão de curso.
E como a instituição não pode obrigar o aluno a fazer estágios - oficialmente, proibido em jornalismo - a coordenação abate o tempo de atividades complementares com a possibilidade de atuação do aluno no mercado, seja em estágios ou em práticas de comunicação no mercado.
Alessandro Tarso, ex-professor e ex-diretor da faculdade Pinheiro Guimarães, é incisivo quando o assunto é estágio. E afirma que fazer vários estágios é a maneira mais fácil e muitas vezes a única com a qual estudantes de jornalismo podem ter acesso aos empregos da profissão. Além disso também é uma maneira interessante de entrar em contato com a realidade do mercado. Mas afirma que não é uma escolha fácil, onde os salários são muito baixos e em geral não há acompanhamento do estágio. Em boa parte dos casos não se trabalha com jornalismo, sobra exploração e amadorismo. Mas nada disso é muito diferente do que se encontra no próprio âmbito profissional do jornalismo, ou seja, nas redações, nos sindicatos, nas assessorias de imprensa, nos departamentos de comunicação, etc. Tarso explica que a lei não ajuda muito o estudante de jornalismo determinando que esse estudante é o único, dentre todos os estudantes universitários, que está proibido de fazer estágios.
Claro, trata-se de uma lei anacrônica, fruto do período militar, mas que aparentemente convém aos sindicatos e à Fenaj. Mesmo diante de todos estes problemas ainda é muito clara a idéia de que o estágio em comunicação é indispensável, afinal, no dia-a-dia do mercado há um problema mais complexo e real: é o fato de que a profissão de jornalista talvez seja a segunda mais promíscua de todas. Porque, em geral, só se consegue trabalho por indicação. E Tarso alerta: “É através do estágio que se pode conhecer "coleguinhas", que futuramente podem nos "indicar", seja para o que for. E não há contradição nenhuma aqui neste meu incentivo: não se trata de manter o esquema relacional. Se trata de sobrevivência, inclusive para aqueles que não gostam do "esquema" e pretendem modificá-lo.” No terceiro mês de faculdade, Tarso deixou um trabalho que tinha como técnico em mecânica industrial (cujo salário só alcançaria 13 anos depois, como professor de jornalismo) para receber meio salário mínimo como estagiário de comunicação social. “Foi duro, mas não me arrependo" – garante Tarso.
Alessandro Tarso
ex-professor e ex-diretor da faculdade Pinheiro Guimarães
Atual doctorando em Comunicação Social na Universidade Complutense de Madrid
e correspondente da revista Caros Amigos e do site www.fazendomediaemmadri.blogspot.com
terça-feira, 13 de novembro de 2007
a magnífica brisa de natal
Manuela sente antecipada a brisa do natal. É novembro. As ruas ainda não exibem enfeites, as portas das casas não se vestem de guirlandas, nem as árvores brilham luzinhas multicoloridas à noite. Estamos em um bairro distante. Onde a felicidade material não chega. A menina órfã de 6 anos vive em um vilarejo, na cidade de Boa Nova, na Bahia. Mora com seus pais adotivos numa casinha simples toda azul, junto com mais 5 pequenos anjinhos, todos mais novos que ela. No quintal, além da tartaruga, dos gatos, cachorros e galinhas, tem uma linda horta. Alface, cenoura, tomates, batata e beterraba eles plantam lá. É de lá que a brisa do natal vem, assim como todo o sustento da família. Não há luxo. Não há promessas ou sonhos iludidos. Há, sim, uma fé especial que em poucos lares a gente vê. E, você sabe, onde há fé, a tristeza não entra. Orações simples e verdadeiras mantêm firmes os laços com Deus e o mundo invisível. Anjos de elevadíssima patente cuidam de amparar família e lar. Limpam ambientes, protegem a porta e as janelas. Eliminam doenças antes que elas cheguem, amenizam os efeitos do vento forte e da chuva fortuita. É sábado. Manuela observa o vento brincando com o pé de laranja. Sente o perfume que a árvore solta enquanto ri. Vê andorinhas brincando de pega-pega, vê nuvens branquinhas deslizando tranqüilas no céu. Ao sorrir, sua aura branca e brilhosa ilumina-se mais e mais, atravessando as paredes, espalhando sua alegria infantil por todo o vilarejo. Com o coração cheio de alegria, correu para o quintal, montou em seu triciclo amarelinho de metal e pôs-se a pedalar. Queria brincar com a árvore sorridente, as andorinhas jubilosas e a sua magnífica brisa de natal.(mãe minha, que está no céu, mais um textinho pra você)
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007
tá rolando!
As bolas rolam porque são redondas. Mas outras coisas também rolam. E não precisam ser bolas. E nem redondas. É o rolar sem-cerimônia do acontecer, do suceder, do vingar. Gíria. Quando as coisas acontecem, elas rolam. Coisas boas rolam como biscoitos açucarados, como balas de goma, pneus de carro em viagem à praia, como bola de couro em campinho de terra ou bolas de boliche rumo ao strike, como pedras de gelo na bebida alcoolizante. Coisas ruins não costumam rolar. Elas enrolam. São enrosco. E como enrosco não rola, é simples: não dê bola.o cronicato é rogério rothje, redator crônico e roliço.
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terça-feira, 30 de outubro de 2007
assobia golfinho!
Sou o golfinho. A felicidade, a espiritualidade e espontaneidade habitam tranqüilas em mim. Assobiando me comunico com tudo. Falo com meu coração, com qualquer forma de vida e com Deus apenas mudando o ritmo e padrão de minha respiração. Sou o guardião do sopro sagrado da vida. O mensageiro dos sonhos e do progresso espiritual. Ajudo o homem a compreender mais sobre si, a expulsar de si toda tensão. Sinta a energia de meu cantar sibilado. Sinta os ritmos da natureza. Veja como combinam com o seu. Percorra as ondas do riso, espalhe alegria pelo mundo. Respire devagar. Respire melhor. Acredite na evolução diária de seus sentimentos, e no seu poder divino de transformar para melhor tudo que existe. Ouça a mensagem que vem do mar e siga em paz.o cronicato é rogério rothje, redator crônico.
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